22 de dezembro de 2020

A riqueza das 4 gerações trabalhando juntas

Pela primeira vez na história, a foto de capa do nosso artigo representa um cenário muito típico: 04 gerações trabalhando juntas na geração de resultados.

Na foto de capa do artigo (e também abaixo), estou em pé representando a Geração X; na direita, meu sócio, Eder Manchebo (Geração Y); no meio, Amanda Nunes (Geração Z); e ao seu lado, o Sr. George Hiraiwa (Baby Boomer).

Este fato é reflexo de que entre 1950 e 2010 a média da expectativa média mundial aumentou em 20 anos. No Brasil, segundo dados do IBGE, a expectativa dos brasileiros passa de 75 anos e representa 10 anos de vida a mais comparado a década de 90.

Esse resultado é decorrente da significativa melhoria da qualidade de vida da população quando comparada aos séculos anteriores, mesmo com todas as dificuldades econômicas e sociais.

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Baby Boomer: George Hiraiwa, conselheiro

Esse resultado é decorrente da significativa melhoria da qualidade de vida da população quando comparada aos séculos anteriores, mesmo com todas as dificuldades econômicas e sociais. Viajam, praticam esportes, navegam na internet, possuem contas nas redes sociais e, por não terem mais filhos para cuidar, estão no mercado de trabalho com muita disponibilidade de tempo e dedicação.

Geração X: Moacir Vieira, o qual vos fala

Por outro lado, temos a Geração X na faixa dos 40 e poucos anos, que de forma geral, estão na fase de vida mais aguda. Com a carga de responsabilidade tanto de carreira, quanto pessoal e com os custos fixos muito altos: filhos na escola, despesas da casa, financiamento e entre outros. Para essa geração, a busca de equilíbrio entre trabalho, família e lazer é um grande desafio.

Geração Y: Eder Manchebo, sócio diretor

Enquanto isto, a Geração Y, entre seus 21 e 35 anos, somente pelo fato de terem nascidos juntos à internet e crescidos num ambiente de maior desenvolvimento econômico, os projetos de vida são mais voltados a qualidade de vida pessoal. São raros os workaholics desta geração, uma vez que o trabalho não é o único ou principal valor.

Geração Baby Boomer, X e Y

Geração Z

Por fim, a Geração Z já nasceu com a tecnologia em alta e não conheceram o mundo sem internet, Windows e iOS. Estes jovens estão na busca de um trabalho que esteja coerente com seu propósito de vida.

Como funciona essa dinâmica na cultura organizacional?

Com tudo isto acontecendo ao mesmo tempo, fica claro que são momentos de vida, necessidades e expectativas muito distintas entre as gerações. O desafio é como propiciar um ambiente corporativo que atenda os desejos e maximize os potenciais de cada um.

Quebra de paradigmas

O primeiro ponto que deve ser tratado é a necessidade da empresa em quebrar paradigmas.

Quem disse que a terceira idade não sabe mexer com computador? Ao contrário, eles estão muito conectados e rapidamente se adequam as novas realidades. Temos que lembrar que eles nasceram ou viveram o período da Guerra Fria e conviveram com graves crises econômicas e por tudo isto adquiriram alto senso de adaptabilidade.

Já as gerações Y e Z convivem com o preconceito de não serem compromissados, porém as start-ups e os unicórnios do mercado liderados por estas gerações estão aí para provar ao contrário.

Um bom exemplo está aqui no Grupo Value: Éder conquistou a sociedade na empresa com apenas 25 anos de idade! Felizmente essa galera é boa no que faz e altamente engajada, responsável e estão construindo legados desde cedo.

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Repensando os motivadores

Com os estereótipos deixados de lado, é fundamental os líderes das empresas entenderem os motivadores das diferentes gerações e, a partir disto, construir um ambiente corporativo e cultura empresarial que atenda diferentes necessidades e expectativas.

Alguns exemplos práticos são o plano de carreira, a política de remuneração e os treinamentos. Esses itens bem definidos e claros são importantes para Geração X e Y. Já a definição do propósito e a missão da empresa, coerentes e intrínsecos nas ações do dia-dia da organização, ajuda na retenção e engajamento da Geração Z.

A liberdade para participar ativamente dos desafios da empresa e o sentimento de ser ouvido e ser útil, faz com que os Baby Boomers se entreguem de corpo e alma para oferecer toda sua experiência de vida como aprendizagem para equipe.

Ou seja, esta realidade de ter várias gerações trabalhando juntas é uma riqueza a ser explorada. A empresa que souber lidar com esta diversidade terá como benefício uma equipe de alta performance, harmônica e com habilidades complementares entre si. Para que tudo isto ocorra, o respeito e o entendimento de quais são os estímulos de cada geração é fundamental para um ambiente saudável em que todos possam entregar o seu melhor.

Como está sendo na sua empresa? As 4 gerações já estão presentes ou ainda são apenas 3? Conta para nós!

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